28 de Março de 2019 |

A sustentabilidade no processo de fabricação do EPS Isopor®

A sustentabilidade no processo de fabricação do EPS Isopor®

São mais de 100.000 toneladas de EPS Isopor® produzidas por ano, apenas no Brasil. O material que é popular nas escolas e nos trabalhos manuais, também é reconhecido em diversas aplicações nos segmentos de caixas e embalagens, saúde, automotivo e construção civil. Agora, como funciona o processo de fabricação do EPS Isopor®? Causa prejuízos ao meio ambiente? E depois, como o descarte adequado do material pode ser garantido? Vamos às respostas!

Como o EPS Isopor® é produzido?

O processo de fabricação do EPS Isopor®, ou poliestireno expandido (nome técnico), permite que o material seja 98% composto de ar, e apenas 2% de matéria-prima. Isso porque, as pequenas pérolas de EPS passam por um processo de expansão, mediante a exposição ao vapor e a altas temperaturas.

O formato, tamanho e a densidade do EPS Isopor® são determinados conforme a necessidade de cada aplicação. As caixas térmicas comuns na praia e nos churrascos, por exemplo, também passam por um processo de moldagem e apresentam baixa densidade.

Quer conhecer melhor como funciona a produção do poliestireno expandido? Mais de 2 milhões e meio de pessoas já assistiram a todas as etapas do processo de fabricação do EPS Isopor®. Confira o vídeo que o jornalista Iberê, do canal Manual do Mundo, gravou na fábrica da Knauf!

O processo de fabricação do EPS Isopor® prejudica o meio ambiente?

Vamos a um ponto extremamente importante agora: sustentabilidade. Todo esse processo causa algum dano ao meio ambiente? A resposta é: comprovadamente, não! Entenda o porquê:

1. Não gera resíduos sólidos

Todo o processo de fabricação de EPS Isopor® é adequado conforme às Políticas Nacionais de Resíduos Sólidos, gerando o mínimo possível de dejetos. Além disso, a maior parte dos dejetos produzidos, como peças danificadas ou quebradas por exemplo, também é reutilizada na própria produção do material.

2. Não emite gases prejudiciais à atmosfera

A produção do poliestireno expandido não envolve gases CFC ou HCFC, dessa forma, não causa danos à camada de ozônio e não contribui com a formação do gás metano, responsável pelo efeito estufa. As emissões de gases na atmosfera são muito baixas em todo o processo de fabricação do EPS Isopor®, além disso, o material é inerte e estável (não sofre mutações), portanto, não prejudica o ar, o solo, ou os lençóis freáticos.

3. Consome pouca água

Como o processo de fabricação do EPS Isopor® envolve, basicamente, oxigênio, EPS (material da família dos plásticos e à base de petróleo), e vapor, o consumo de água durante a transformação do material é muito baixo. Além disso, a mesma água é reutilizada diversas vezes durante o processo, já que o poliestireno é atóxico e não prolifera bactérias e microrganismos.

A logística reversa do EPS Isopor®

O EPS é 100% reciclável, podendo ser reutilizado na produção de novos objetos de plástico, colas, solventes e, inclusive, de energia elétrica térmica. Há também inúmeras formas de reutilizar o material em casa, confira em nosso artigo "Dicas e ideias para a reciclagem de EPS Isopor®"!

Cerca de 34,5 toneladas de poliestireno expandido são recicladas anualmente no Brasil. Mas para aumentar essa porcentagem e prevenir o descarte inadequado, a conscientização e contribuição de cada um são essenciais.

O EPS pode ser descartado em qualquer lixeira destinada aos plásticos, geralmente de cor vermelha, ou diretamente na coleta seletiva. A Knauf, por exemplo, disponibiliza Pontos de Coleta Seletiva em todas as suas fábricas e unidades no país, coletando o material pós-consumo e se responsabilizando por sua devida reciclagem. Confira os endereços!

Quer saber mais sobre a reciclagem e o processo de fabricação do EPS Isopor®? Dê uma olhada no folheto digital que a Knauf desenvolveu sobre o assunto: Acesse aqui!



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